Mais
um passo dado. Talvez a sensação para muitos tenha sido de que não foi uma
atuação brilhante, mas pensemos que foi um jogo em que nenhuma bola passou por
nosso goleiro e isso tem sido raro.
Coisa
boa ver de volta Don Diego em campo, como sempre ágil, veloz, preciso,
imprescindível, indispensável. O pequeno Bernard, mesmo receoso e sentindo
ainda, também devolveu ao time sua feição. Retomamos aos poucos nossa força
máxima.
A
semana começa ao menos a mim, com certa apreensão. Não vejo nela traços de
pessimismo, mas de um realismo normal a um coração que se acostumou a bater
mais próximo à boca. Quero que chegue logo a quinta-feira, que amanheça logo a
sexta, mas dá um frio na barriga pensar em como pode ser esse amanhecer. Por
outro lado sei que podemos muito e podemos mais do pensamos.
Acredito
que quando acreditamos, esse acreditar move montanhas e se nossos jogadores
acreditarem também ultrapassaremos e romperemos barreiras, jogaremos o ceticismo
por terra e faremos silenciar os arrogantes despidos de sabedoria que saem por
aí falando pelos cotovelos.
Vou
amanhecer a sexta, seja como for orgulhosa do preto e do branco que me
escolheram, seleção natural, loteria da vida, prêmio aos milhões que têm a
sorte de terem o DNA atleticano. Daqueles que pouco se importam com falsas
estatísticas, porque a realidade pulsa no peito, corre nas veias. Daqueles que
não sentem menos amor por causa de blasfêmias, ao contrário só fazem amar mais.
Quero amanhecer a minha sexta confiante de que o que me classifica na vida é
ser atleticana, seja para a próxima fase da Libertadores, ou pra essa vida ou outra.
Saudações
Alvinegras!
Leide
Botelho
29/04/2013
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