O dia correto para a coluna é a segunda-feira, no entanto, escolhi escrever hoje no dia do silêncio, no dia em que o apropriado é o calar. Silenciemos para que a prepotência não se aproxime, sejamos simplesmente amantes do maior de Minas.
Entendendo a euforia normal que existe no inquieto e apaixonado ser atleticano quando se aproximam os jogos do GALO, acho que não há como nos condenarem, mas precisamos aquietar um pouco a alma e não nos permitir contaminar pela soberba que não nos pertence.
Como conhecedores da arte que é o futebol, sabemos que a definição só existe mesmo após o apito final, só ali é finito e só ali a comemoração é verdadeiramente permitida.
Tenho afirmado com o sentimento que me é natural, que nos é natural, sejam quais forem os resultados das decisões que participarmos nos próximos dias, que nada mudará nos corações atleticanos. Continuaremos imortais, únicos, eternamente apaixonados.
Amanhã o coração estará onde é de costume, quase do lado de fora do corpo, dançando ao som do hino, empurrando os ponteiros do relógio, a cabeça não vai conseguir acompanhar nada que não sejam os noticiários esportivos, os impressos e as redes sociais.
Seremos novamente a família que se reúne na casa que é a Nossa Arena, uma arena que comporta mais que 25000 pessoas, que abriga corações que pulsam em todo mundo, que ouvem pelo rádio, pela internet e que presentes em corpo ou alma só querem estar ali de alguma forma e de maneira sensata.
Vamos passar por esses 90 minutos, fazendo o que sabemos fazer da melhor maneira, colocar no mais alto lugar o CLUBE ATLÉTICO MINEIRO, porque é isso que o amor faz, eleva. E que em campo os nossos representantes sintam
essa vibração e nos transportem para as quartas e outras quartas venham no Horto.
Saudações Alvinegras!
Leide Botelho
07/05/2013
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