Interessante perceber algumas palavras passeando tão perfeitamente em programas esportivos, uma coerência esperada de profissionais, um leve anseio de que seja simplesmente justo o que se ouça. Verdadeiramente é imortal o Clube Atlético Mineiro, tal como está em nosso hino. Poder descomunal aquele que concede aos que se vestem com suas cores ou poder ainda maior aos que já transitam entre os deuses do futebol.
Não raras as vezes que nos emocionamos ou choramos com demonstrações únicas dentro do estádio, pais abraçando seus filhos, viradas inesperadas pelo mundo, mas sempre chama acesa dentro de corações incansáveis e com ininterrupta esperança. O dia de ontem foi tempestade de cenas lindas e que não consigo metáfora apropriada para utilizar nessa coluna. Vou tentar algo que se aproxime do que meu coração sentiu.
Se um coração de mãe desenhasse para seu dia um desejo exato, entre os riscos e rabiscos obteríamos uma tela que viraria obra prima nas principais galerias do mundo.
Entre rostos e sorrisos a predominância do preto e do branco, a cura de um corpo, um banho na alma, a limpidez e altivez da verdade.
Quantos corações maternos foram abraçados ontem com a alegria três vezes alvinegra? Quantos homens e filhos se sentiram alegres como mães ao receberem um filho em seus braços?
A tela do domingo foi assim preenchida, uma casa cheia, num verdadeiro dia de encontro em família onde o Galo se fez filho para abraçar a grande Nação que ama como mãe. Ah... E que abraço bom. E que abraço forte, daqueles que não dá vontade de soltar! Abraço de amor. Amor sem medida, amor de renúncia, amor que acolhe, que abraça, que carrega, que ama e só faz amar e só quer amar, proteger e amar e viver para amar e viver pra cuidar e amar e amar.
Saudações Alvinegras em 13/05/2013!
Leide Botelho
13/05/2013
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