Em
um ano de muitas competições, o coração alvinegro se coloca num processo
interminável de batimentos acelerados. Se a vida dessa Nação é, em grande
parte, dedicada ao amor e louvor dessas cores, imaginem o efeito disso, quando
tantas competições estão pela frente.
Para
um ano que começou com a desconfiança sobre o trabalho do novo comandante, 2014
segue seus dias com a missão de superar as expectativas, sejam as melhores ou
piores, que por ventura estiverem plantadas na cabeça de um povo apaixonado.
Após
a virada no clássico, fiéis do Glorioso das Alterosas, externaram nas redes
sociais que naquele jogo, a gana, a raça e a vontade de vencer estavam de
volta. Para espantar qualquer desconfiança sobre a credibilidade do treinador
junto aos jogadores, Autuori recebeu um abraço coletivo que tentava calar as
vaias constantes que o mesmo tem recebido.
Se
pra maior competição da América é preciso mostrar “sangue nos olhos”, no
domingo dia 23, tentaram nos mostrar isso. O time destemido estaria de volta.
Brincando
com as palavras, acreditar é o mesmo que dar crédito, por coincidência também
pode dizer respeito a “ter fé” e disso bem entendemos. Doutores e mestres em
jamais duvidar do improvável, em erguer os olhos para os céus e deixar o amor mover
montanhas, fica a nós a missão de confiar e sim, dar crédito ao comandante e
seus comandados.
A
palavra fé que no latim é fides de
fidelidade e do grego pistia, que se
traduz em confiança, resumem a alma de um povo que em sua história, nunca
precisou de provas para crer e amar.
Um povo que se agarra em razões
emocionais, coisas que não pedem explicação.
Amanhã
teremos nova batalha, que venha o Santa Fé! E que este não seja maior que a
nossa FÉ, porque maior do que aquilo que amamos, já temos certeza, ele não é.
Pra
Cima Deles Galo! Saudações Alvinegras!
Leide
Botelho 25/02/2014
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