quarta-feira, 28 de maio de 2014

Nossa santa FÉ - 25/02/2014



Em um ano de muitas competições, o coração alvinegro se coloca num processo interminável de batimentos acelerados. Se a vida dessa Nação é, em grande parte, dedicada ao amor e louvor dessas cores, imaginem o efeito disso, quando tantas competições estão pela frente.

Para um ano que começou com a desconfiança sobre o trabalho do novo comandante, 2014 segue seus dias com a missão de superar as expectativas, sejam as melhores ou piores, que por ventura estiverem plantadas na cabeça de um povo apaixonado.

Após a virada no clássico, fiéis do Glorioso das Alterosas, externaram nas redes sociais que naquele jogo, a gana, a raça e a vontade de vencer estavam de volta. Para espantar qualquer desconfiança sobre a credibilidade do treinador junto aos jogadores, Autuori recebeu um abraço coletivo que tentava calar as vaias constantes que o mesmo tem recebido.

Se pra maior competição da América é preciso mostrar “sangue nos olhos”, no domingo dia 23, tentaram nos mostrar isso. O time destemido estaria de volta.

Brincando com as palavras, acreditar é o mesmo que dar crédito, por coincidência também pode dizer respeito a “ter fé” e disso bem entendemos. Doutores e mestres em jamais duvidar do improvável, em erguer os olhos para os céus e deixar o amor mover montanhas, fica a nós a missão de confiar e sim, dar crédito ao comandante e seus comandados.

A palavra fé que no latim é fides de fidelidade e do grego pistia, que se traduz em confiança, resumem a alma de um povo que em sua história, nunca precisou de provas para crer e amar. 

Um povo que se agarra em razões emocionais, coisas que não pedem explicação.

Amanhã teremos nova batalha, que venha o Santa Fé! E que este não seja maior que a nossa FÉ, porque maior do que aquilo que amamos, já temos certeza, ele não é.

Pra Cima Deles Galo! Saudações Alvinegras!

Leide Botelho 25/02/2014



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