Esse
texto não estava programado. Antes não fosse preciso sequer comentar qualquer
coisa a respeito. Antes nem houvesse especulação. O nome cogitado, quase
confirmado, não é do cantor. O que pegou os atleticanos de susto nessa
quarta-feira, há seis dias da estréia da Libertadores, NÃO É O CANTOR, antes
fosse.
Há
muito tempo venho afirmando que o torcedor alvinegro, conseguiu juntar à sua
paixão a racionalidade. Temos lembranças recentes acerca disso, quando tivemos
a faixa “VERGONHA NA CARA” sendo levado aos estádios na marra e no peito, o
protesto no início de 2012 de costas para o gramado. O Atleticano amadureceu!
Coisa
boa de sentir nas arquibancadas, resenhas e redes sociais. Somos responsáveis
demais e em se tratando de Clube Atlético Mineiro, podemos e devemos sim,
acompanhar, sugerir (lembram do caso do Pierre?), criticar, questionar e achar
ruim sim.
Vivemos
um sonho com a conquista da Libertadores em 2013. Um elenco diferenciado, não
só pela qualidade técnica, mas pela química que se fortaleceu entre a
arquibancada e o campo e pela união entre os jogadores.
Quantos
encontraram tamanha identificação que pediram pra ficar – Richarlyson, houve
quem voltasse – Gilberto Silva, quem não quisesse sair – Rafael Marques e
Júnior César.
Isso
é nosso e foi conquistado, nos pertence e nos dá o direito de não aceitar nada
menos que o melhor. Somos sim, daqueles que, basta o sujeito vestir o Manto,
para ouvir seu nome gritado, mas, há um limite para o apoio quando percebemos
que este coloca em risco a credibilidade readquirida pelo nome Clube Atlético
Mineiro tanto nacionalmente como internacionalmente (não me importo com os
rivais que vão dizer que essa só existe agora).
Conquistamos isso.
Prefiro
e caminho pela linha da serenidade, de esperar antes de criticar. Tivemos
exemplos de desacreditados que foram redimidos por nossas cores, mas atenção,
viver apostando? Sendo agraciados pela predileção à essas cores, escolher menos
quando a nossa alma de tão grande nem cabe em nós?
Acompanhando
as redes sociais, reafirmo: o que essa Nação sente é coisa séria demais. E para
esse sentimento, só contratações no mesmo nível das dispensadas e que eram
peças boas, com entrosamento e alma no clube.
Saudações
alvinegras!
Leide
Botelho
05/02/2014
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