domingo, 15 de julho de 2012

Não tememos as batalhas 11/06/2012



Certo comercial diz que o coração manda. Um grande amigo um dia disse; Coração Ainda Manda. Eu afirmo coração vai mandar pra sempre.
Passadas as maiores turbulências, ainda prevalece o coração. Este se casou recentemente com a razão, confiando que nada irá romper essa união.
Um dos grandes desafios que era a reconquista da confiança tem sido vencido dia após dia, tem sido aniquilado com o que parece ser o reconhecimento da força gerada pelas arquibancadas.
A dúvida pode destruir uma relação, mas o perdão restabelece tudo. Reconstrói, fortalece, solidifica.
Hoje amigos leitores, venho falar do que conhecemos com propriedade. Venho falar da certeza absoluta do quanto essa história intensa de amor e entrega é inabalável. Não há espaço físico e temporal que não seja destruído. Não há adversidade que desfaça o elo.
Conhecemos bem as intempéries, vivemos em um embate constante contra forças que inexplicavelmente nos perseguem. De certo por não experimentarem desse amor que não se descreve, que não se explica, mas que se respira. Invejam nossa maneira de viver essa história...
Não tememos as batalhas, encaramos uma a uma. De norte a sul do Brasil, acompanhamos, investimos nesse amor, deixamos nossa casa, nossa família ou levamos a família com a gente. Criamos laços, abrimos as portas para agregados, damos corpo à outra família, àquela que denominamos com orgulho Alvinegra. Compartilhamos da indignação por injustiças sofridas.
Atividades desportivas deveriam caminhar junto à ética, integridade e jogo limpo. Infelizmente tudo isso tem passado longe quando é o Glorioso que está em campo. Já repeti muitas vezes nas redes sociais, que política e jogo de interesses não deveriam jamais contracenar com o futebol, mas a nossa voz que brada alto esse amor pelo Clube Atlético Mineiro é ignorada.
O órgão máximo do esporte no Brasil é desacreditado até por quem se beneficia de suas manobras. Há o que se esperar diante de tudo que viemos assistindo ao longo dos anos? 1977 quando tiraram nosso Rei da final, 1980 a favor de um time carioca, 1999, personagens diferentes de uma perseguição sem explicação e que nunca acaba.
            Nos acham pouco? Dane-se sabemos da nossa grandeza e o que vivemos e sentimos dia a dia pelo Galo, não se condiciona ao que diz a imprensa, não diminui com o que faz a arbitragem.
            Por mais revoltante que seja a nossa força é capaz de destruir essa barreira. Time e torcida juntos, o mesmo objetivo, corações em sintonia. Que nos ignorem que nos menosprezem. Quero mais é que continuem a não acreditar no nosso GALO, que não deem a importância merecida. Assim podemos surpreender, assim podemos mostrar que o futebol pode acontecer nas quatro linhas, com dignidade, respeito ao outro, honestidade e verdade. Assim alcançado o topo, a glória será real e merecida.
            E preparem a alma porque a nobreza desse sentimento invejado, ainda há de incomodar muito. Mas o nosso coração conduzirá tudo. Levantará heróis que adormeceram e dará origem a novos heróis porque somos Galo e dane-se todo o resto!
            Saudações Alvinegras!
            Leide Botelho 11/06/2012

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